sexta-feira, 30 de maio de 2014

Poder de julgar


“De forma imparcial e desapegada,eu julgo meus pensamentos, palavras e ações. 
Eu vejo se eles são benéficos e coerentes à situação. 
Eu me torno um juiz de mim mesmo,nunca um juiz dos outros. 
Como reflexo disso,há um equilíbrio entre amor e lei. 
Há amor espiritual pelos outros e disciplina para manter minha conduta elevada. 
Se eu vejo uma pessoa fazer algo que não me parece correto,há duas atitudes possíveis: 
(1)inspirá-la a agir corretamente,caso ela não tenha percebido o erro;
 (2)ter bons votos,caso ela tenha reparado no erro e está se esforçando para superá-lo.”
(Ken O’Donnell)

Brahma Kumaris

Namastê/Namaskar

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