segunda-feira, 10 de julho de 2017

Poder de Julgar


De forma imparcial e desapegada, 
eu julgo meus pensamentos, palavras e ações. 
Eu vejo se eles são benéficos e coerentes à situação. 
Eu me torno um juiz de mim mesmo, 
nunca um juiz dos outros. 
Como reflexo disso, 
há um equilíbrio entre amor e lei. 
Há amor espiritual pelos outros 
e disciplina para manter minha conduta elevada. 
Se eu vejo uma pessoa fazer algo que não me parece correto, 
há duas atitudes possíveis: 
(1)inspirá-la a agir corretamente, 
caso ela não tenha percebido o erro; 
(2)ter bons votos, 
caso ela tenha reparado no erro 
e está se esforçando para superá-lo.”

Ken O Donnell

Brahma Kumaris - Brasil - São Paulo

Namastê / Namaskar


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