quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Reflexão Introspectiva


Definir o que é amor e o que é apego é a dificuldade de muitos ...mas o amor deve ser livre...e dar liberdade do outro ser quem é.

Difícil?

Talvez para a grande maioria de nós seres humanos...

O amor liberta e é. 


O amor não dói. 

Se dói não é amor.

O apego aprisiona,gera ciúme,gera saudade,gera imposição,gera controle,gera julgamento,gera discussões e desentendimentos,gera ilusão,as vezes gera alucinações e paranoia que faz mal a quem sente e a figura do apego ( o outro ),e gera mais apego.


O amor ama o outro como ele é,gera liberdade,felicidade,gera amizade,gera compartilhamentos de sentimentos e de ideias,gera debates com entendimentos,gera respeito,paz e harmonia,e gera mais amor.


Giulie Gitana

Amor,Luz e Paz

terça-feira, 22 de setembro de 2015

30 frases para você ler quando estiver pensando em desistir


Todo mundo já passou por um momento em que a ideia de desistir ficava martelando insistentemente na cabeça. Dúvidas fazem parte da história de praticamente qualquer pessoa, inclusive algumas das mais bem-sucedidas que conhecemos – e muitas delas têm um pouco a nos ensinar sobre isso.
São frases, pensamentos e algumas ideias quase soltas que nos ensinam porque nós devemos parar de reclamar e aprender a olhar pra frente.


1. “Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum.
Jim Rohn

2. “Todos os seus sonhos podem se tornar realidade se você tiver coragem para persegui-los.”
Walt Disney

3. “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente.Quem sobrevive é o mais disposto à mudança.”
Charles Darwin

4. “Um homem de sucesso é aquele que cria uma parede com os tijolos que jogaram nele.”
David Brinkley

5. “Há dois tipos de pessoa que vão te dizer que você não pode fazer a diferença neste mundo:as que têm medo de tentar e as que têm medo de que você se dê bem.”
Ray Goforth

6. “O ponto de partida de qualquer conquista é o desejo.”
 Napoleon Hill

7. “Todo progresso acontece fora da zona de conforto.”
Michael John Bobak

8. “Daqui a vinte anos,você não terá arrependimento das coisas que fez,mas das que deixou de fazer. Por isso,veleje longe do seu porto seguro.Pegue os ventos.Explore.Sonhe.Descubra.”
Mark Twain

9. “Nosso maior medo não deve ser o fracasso,mas ser bem-sucedidos em algo que não importa.” Francis Chan

10. “Muitas das falhas da vida ocorrem quando não percebemos o quão próximos estávamos do sucesso na hora em que desistimos.”
Thomas Edison

11. “Coragem é a resistência ao medo, o domínio do medo – não a ausência do medo.”
Mark Twain

12. “Apenas deixe para amanhã o que você está disposto a morrer tendo deixado de fazer.”
Pablo Picasso

13. “Se você quer fazer uma mudança permanente,pare de se focar no tamanho de seus problemas e comece a focar no seu tamanho.”
T. Harv Eker

14. “Se você não tiver seu próprio plano de vida,é provável que caia no plano de alguma outra pessoa.E adivinha o que eles planejaram para você?Não muito.”
Jim Rohn

15. “A vida é uma viagem e se você se apaixona pela jornada, você estará apaixonado para sempre.” Peter Hagerty

16. “Muito do estresse que as pessoas sentem não vem de ter muito o que fazer.Ele vem de não terminar o que foi começado.”
David Allen

17. “Se você procura sua realização nos outros, você nunca será realizado.Se sua felicidade depende de dinheiro,você nunca será feliz consigo mesmo.Se contente com o que você tem;fique feliz com a maneira como as coisas são.Quando você perceber que não está faltando nada,o mundo pertence a você.”
Lao Tzu

18. “A arte de viver está menos em eliminar nossos problemas do que em crescer com eles.”
Bernard M. Baruch

19. “A felicidade não é uma estação em que você chega,mas uma maneira de viajar.”
Margaret Lee Runbeck

20. “A verdadeira felicidade não é alcançada através da auto-gratificação,mas através da fidelidade a um propósito digno.”
Helen Keller

21. “Todos nós recebemos relatórios de muitas maneiras diferentes, mas a verdadeira emoção do que você está fazendo está em fazê-lo. Não é o que você vai conseguir no final, é realmente em fazer, e amar o que você está fazendo.”
Ralph Lauren

22. “Faça algo que ame e você nunca mais precisará trabalhar na vida.”
Willie Hill

23. “A ansiedade é a vertigem da liberdade.”
Soren Kierkegaard

24. “Faça o que você sempre fez e você terá sempre o mesmo resultado.”
Sue Knight

25. “Nós evitamos as coisas das quais temos medo porque pensamos que haverão consequências desastrosas se as confrontarmos. Mas a verdadeira consequência desastrosa em nossas vidas vem de evitar coisas sobre as quais nós precisamos aprender ou descobrir.”
Shakti Gawain

26. “Muito melhor é arriscar coisas grandiosas para ganhar vitórias gloriosas – mesmo que estampadas pelo fracasso – do que se alinhar com aqueles espíritos pobres que nem aproveitam muito nem sofrem muito, porque vivem em uma penumbra cinzenta que não conhece nem a vitória nem a derrota.”
Theodore Roosevelt

27. “Eu não sei a chave para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todos.”
Bill Cosby

28. “O primeiro passo em direção ao sucesso é dado quando você se recusa a ser um prisioneiro do ambiente em que estava inicialmente.”
Mark Caine

29. “Sempre que você se encontrar ao lado da maioria, é tempo de fazer uma pausa e refletir.”
Mark Twain

30. “Se você ouve uma voz dentro de você dizer ‘você não pode pintar’, então pinte sem dúvida, e essa voz será silenciada.”
Vincent Van Gogh

(fonte:thesecret.tv.b)

Fraternos Abraços











Desafio


Muitas situações vêm como provas para nos tornar mais fortes. 
O mundo é como um oceano. 
Pode existir um oceano sem ondas? 
Existem ondas grandes, ondas médias e ondas pequenas. 
Algumas ondas vêm para pegar as coisas. 
Outras ondas vêm para jogar as coisas para fora. 
O mundo é igual. 
Diferentes situações vêm e continuarão a vir sempre. 
O importante é a experiência que acumulamos a cada desafio que decidimos enfrentar.”

Dadi Gulzar

Brahma Kumaris

Namastê 


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O que negamos nos prende,o que aceitamos nos transforma







As mudanças mais significativas começam a acontecer quando aceitamos as coisas como elas são; tanto a aceitação do que a vida nos dá, quanto a aceitação de nós mesmos.

Em nossas vidas que mudam constantemente, acontecem muitas situações nas quais não temos outra alternativa, a não ser aceitar as coisas como elas nos são dadas. O que acontece quando nos recusamos a aceitar as coisas da maneira como elas são?
Às vezes resistimos às mudanças, ao que já não faz parte do nosso controle; não podemos fazer nada para evitar, porque é algo que já aconteceu ou está acontecendo. A negação só irá nos trazer sofrimento.
As circunstâncias mais claras, onde a aceitação possui um papel fundamental, são a morte, o amor e a falta da afeição.
Como negar a morte, como negar uma paixão, como negar a falta de afeição? Pois bem, nos nós empenhamos em negar estas realidades, contra as quais nada podemos fazer se estiverem acontecendo.
Não se trata de situações boas ou ruins; são realidades próprias do ser humano, que fazem parte de nossas vidas; produzam elas alegria ou tristeza, a emoção e sua intensidade nos indicam o quão significativa essa experiência é para nós.

Se você não tiver força para impor suas próprias condições à vida, deve aceitar as que ela lhe oferece.
S. Eliot


Necessidade de entender

Nossa tendência, quando de trata do que escapa do nosso controle, é tentar dar uma resposta, conseguir uma explicação que nos alivie. Precisamos entender tudo aquilo que ocorre em nossas vidas.
Nos esquecemos de que tudo o que tentamos entender, vai ser o resultado de nossas interpretações e experiências, de explicações a que queremos dar um sentido para, finalmente, nos convencer e crer que essa é a nossa realidade.

Surpreender-se, estranhar-se, é começar a entender.
Jose Ortega y Gasset
Nos perdemos na razão e nas palavras, quando na verdade toda a realidade está dentro de nós; está no que sentimos, está na emoção que experimentamos. Ir até esse sentimento que nosso próprio corpo se encarrega de nos mostrar é aceitar a realidade do que nos acontece.
Tendemos a ir ao encontro do raciocínio para explicar certas questões como são as que têm relação com o amor; nós mesmos estabelecemos impedimentos e barreiras para não aceitarmos a realidade.
O entendimento é uma tabula rasa na qual não há nada escrito.
Aristóteles

O que acontece quando não aceitamos o que acontece conosco?

Quando enterramos estes sentimentos que não queremos atender, para que não fiquemos afundados em tristeza, fazemos isso por termos medo de que eles nos prendam e nos façam muito mal; um mal que acreditamos não sermos capazes de suportar e enfrentar. Assim, estamos negando nossa vivência, nossa existência.
Estamos enterrando nossa essência, deixamos presas muitas das emoções que precisam ser liberadas, precisam ser vividas e experimentadas.
Quando nós fazemos isso, estamos nos esquecendo de uma parte essencial da nossa humanidade: não aceitando nossas vulnerabilidades, pensamos que estamos acima delas.
O corpo se encarrega de nos dar sinais pertinentes em forma de alerta, para que, em algum momento, decidamos remover tudo aquilo que temos preso (raiva, tristeza, chateação, ira, etc.). Ao não fazê-lo, nossa energia, por sua vez, fica presa, e como resultado aparece a doença e a desconexão com nós mesmos e com a nossa felicidade.

Aprendendo a aceitar

O desenvolvimento pessoal e o aprendizado acontecem quando estamos dispostos a aceitar nossos sentimentos e emoções como eles são, sem passá-los pelo filtro da razão, de modo este que os modifique, os reprima e os apague.
Podemos considerar que a razão vai precisar oferecer uma explicação para o que está acontecendo, mas ao ficarmos ancorados estamos desviando a atenção do que experimentamos.
O verdadeiro aprendizado ocorre quando estamos dispostos a aceitar, deixando-nos sentir cada uma das emoções que brotam diante de cada uma das circunstâncias pelas quais passamos.
É assim que nos transformamos seguindo o fluxo da vida. Já que tudo aquilo que negamos e não estamos dispostos a aceitar nos submeterá à desvinculação com nós mesmos, com tudo o que isso implica.
Quando aceitamos os fatos inevitáveis em nossas vidas, podemos sentir a tristeza com grande intensidade, mas senti-la é exatamente o que nos libera dela, para seguirmos avançando e darmos lugar a novas emoções, vivências e experiências.
No momento em que começamos a aceitar o que nos acontece, começamos a aceitar a nós mesmos. Estamos preparados para, assim, perdoar aos outros e a nós mesmospara seguir fluindo em direção a novas experiências, deixando brotar a energia, deixando que nos sintamos vivos.
A razão não me ensinou nada. Tudo o que eu sei me foi dado pelo coração.
Leon Tolstoi

Por: Juliana Martinez
(fonte:amenteemaravilhosa.com) 

Fraternos Abraços





Encerrando ciclos...


Sempre é preciso saber: quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos, não importa o nome que damos.
O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?

A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã…

Todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo… no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível. é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas.  Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.

Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época… em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa…
Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é…

Por Paulo Coelho

Fraternos Abraços

domingo, 20 de setembro de 2015

Carta ao amor próprio: eu sou eu,você é você


“Eu sou eu.
Você é você.
Eu não estou neste mundo para atender às suas expectativas
Você não está neste mundo para atender às minhas.
Você é você.
Eu sou eu.
Se em algum momento ou em algum ponto nos encontrarmos
Será incrível.
Se não, não há o que fazer.
Deixo de dar amor a mim mesmo
Quando na tentativa de agradá-lo, eu me traio.
Deixo de dar amor a você
Quando insisto que sejas como quero
                                           Ao invés de aceitá-lo como você realmente é.
                                                              Você é você e eu sou eu”.



Estas palavras foram escritas por Fritz Perls, um grande neuropsiquiatra psicanalista que, juntamente com sua esposa Lore Posner, se esforçou para explicar-nos de uma forma simples como criamos nosso mundo. Juntos, eles procuraram nos fazer entender que querendo agradar aos outros nos tornamos nossos próprios carrascos e que avaliar os nossos próprios sentimentos como verdadeiros e importantes, é o primeiro passo para nos entendermos e seguirmos em frente.
A verdade é que as mentiras que mais nos prejudicam não são as que contamos, mas as que vivemos. Há momentos em nossas vidas nos quais podemos cair na armadilha de viver em uma realidade falsa, na qual, às vezes, até mesmo nós podemos passar a acreditar.
Viver trancado na jaula que nós mesmos criamos significa acreditar em alguns valores e promulgar outros, nos mostrarmos fortes mas não estarmos, sentir medo e dissimulá-lo, mostrar interesse mesmo sem tê-lo, e uma infinidade de possibilidades.
Podemos refletir a nossa falta de autenticidade em muitos momentos de nossa vida. É tão simples quanto negar que comemos a última porção de chocolate que estava no armário ou que não fomos nós os primeiros que encontramos a persiana quebrada.


Por que a falta de autenticidade é tão comum?

Na realidade, isso está intimamente relacionado com a maneira como nossos pais e a sociedade nos educaram desde a infância. Desde o nosso nascimento, temos sido doutrinados a reprimir os nossos sentimentos e as nossas emoções, a evitar expressar o que é real para nós e o que realmente sentimos.
Nós criamos um exterior que não parece em nada com a realidade que vivenciamos no interior. Muitas vezes acontece que os nossos ideais não são aqueles pelos quais lutamos, e que as nossas ideias, nossos medos e os objetivos de uma vida não correspondem ao que realmente manifestamos…
Tudo isso afeta negativamente nosso desenvolvimento vital, e apenas nos incentiva a usar uma máscara que temos desde a infância. Em geral, nossos pais e professores nos ensinaram a rejeitar determinadas emoções como a raiva, o medo ou, até mesmo a dor, que nos levou a escondê-las.
Por esta razão acreditamos que podemos nos tornar indiferentes a essas emoções, quando na verdade não é bem assim. O medo, a dor ou a raiva estão sempre lá e representam grande parte da nossa experiência de vida. No entanto, temos a tendência de nos mostrarmos fortes e reprimirmos emocionalmente a frustração e a manifestação de dor.
Outra contradição que absorvemos como esponjas desde criança é se é ou não é bom mentir. Os mais velhos sempre mentiam enquanto falavam para não mentirmos. Aos poucos fomos tomando consciência disso e percebendo que tínhamos que aceitar as mentiras e, por vezes, também colaborar com elas. Assim, temos assumido essa opção como natural, embora nos sintamos muito mal e só obtenhamos um pequeno benefício em um momento muito oportuno, isso quando conseguimos obter algo.


O amor próprio

Manter nossa autoestima bem alta e mostrar como realmente somos não irá agradar a todo mundo, mas dessa forma iremos construir relacionamentos reais, puros, abertos, honestos e independentes.
Aceitarmos e nos comprometermos com quem realmente somos fará com que consigamos não ter medo do que queremos e de quem somos, a nos expressar para quem quiser nos ouvir, mas também despertará a inveja daqueles que não se atreveram a unificar sua verdade interior com a verdade externa.
É verdade que os desafios não são para todos, mas todos podemos experimentá-los e até mesmo vencê-los; depende de nós. Ser autêntico e manter sua autoestima saudável ajudará a afastar a mentira, incentivando-o a ser o mesmo em todos os momentos e não deixando faltar o amor que você deve a si mesmo, o amor próprio.

Por: Rodrigo
(fonte:http://amenteemaravilhosa.com)
Fraternos Abraços

3 Feridas que nunca cicatrizam e o amor que não pode ser eterno



amores destinados a não ser… a ter início e final. São como tempestades de verão cheias de intensas emoções, de uma chuva refrescante que alivia o calor intenso, uma sede não saciada. No entanto, quando as nuvens cessam, longe de deixar a umidade de um campo onde a natureza pode florescer, abre-se um campo estéril e com rachaduras. Onde não crescerá nada durante muito tempo.
Há amores que passam como um vento suave, outros finalizam com uma distância serena e amável, por mútuo acordo, mas há alguns que deixam vazios dolorosos que nos ferem por dentro e nos mudam.
Falemos disso hoje, analisemos os “efeitos secundários” que as relações afetivas podem nos deixar em forma de sequelas, e do que vale a pena ter em conta para nos fazer refletir.

Uma reflexão sobre as feridas emocionais

1. É verdade que aprendemos com todo fracasso emocional?

Lemos e frequentemente escutamos… Não há melhor professor que a dor, não há melhor aprendizagem que a dor vital em algum em algum momento de nossa existência, para podermos, assim, avançar com maior segurança sabendo o que é a vida, entendendo um pouco melhor as pessoas.

E, de fato, estamos de acordo. Entretanto, há um aspecto que devemos ressaltar. Nem todas as pessoas adquirem uma “aprendizagem positiva”, nem todo mundo consegue entender assim. Após um término, um desencontro, precisa-se de um certo tempo para poder voltar a levantar o olhar com segurança, é necessário passar por um luto, por um processo interno onde “nos reconstruímos por dentro”.

O que ocorre nesses casos? Que longe de sairmos fortalecidos, saímos com sequelas. Quando alguém nos faz mal, aprendemos a usar uma armadura, quando mentem para nós, aprendemos a desconfiar, quando cortam as asas do nosso crescimento pessoal, evitamos nos abrir para outras pessoas.
Obtemos, então, um aprendizado com esse amor que não pode ser eterno? Naturalmente, sim, mas nem sempre é um aprendizado positivo, então devemos prestar muita atenção em como vamos nos “reajustar” a nossa realidade.

Não se deixe arrastar por essas cognições negativas, seja sempre resiliente para abrir portas a novas oportunidades.


2. A perda da inocência

Perder a inocência é perder parte dessa ilusão sincera e livre de preconceitos com os demais, com as novas relações que podem aparecer com plenitude e emoção. Após um fracasso afetivo e a perda de um amor no qual depositávamos tanta esperança, uma parte de nós vai , irremediavelmente, envelhecer.

Poucas coisas podem ser mais desesperançosas que permitir que nosso ser interior envelheça, deixando, assim, que apareçam lascas em nosso coração, as fissuras e a terra estéril onde nada cresce. É aí onde vagará, a partir de agora, uma densa amargura, onde será muito difícil voltar a receber amor com a ilusão do passado.

É bom ser prudente e cauteloso, não há dúvidas, mas se perdermos por completo a inocência, deixaremos a nossa “criança interior” escapar, e junto sua espontaneidade, algo tão fresco e inato, onde as  relações vivem com mais intensidade.


3. Vazios eternos

Os amores que nunca puderam realmente ser eternos são vazios, sem forma, habitados por sonhos perdidos e decepções.  Por um tempo perdido, mas constante, relembrados e evocados. É possível se recuperar, iniciar, inclusive, novas relações e novos projetos de vida.

A felicidade sempre volta com maravilhosas segundas partes que todos nós merecemos aproveitar, mas há algo que se esconderá a cada dia de nossas vidas em algum canto do nosso coração e de nossa memória, e a esse algo damos o nome de “vazios”. Porque eles são como aqueles caminhos que escolhemos acreditando que iríamos concretizar vários projetos tão sonhados, para, no final, não termos mais remédio a não ser fazer uma mudança de sentido, ao mesmo tempo drástica e dolorosa.

E, no nosso cérebro, sempre estará esse caminho impossível fazendo parte de nós e de quem nós somos. É como ter duas vidas paralelas, a real e a das lembranças que não podemos apagar, mas que, em essência, fazem parte de quem somos.

Os vazios sempre estarão e, como tal, devemos aceitá-los. Eles são aquelas feridas que não cicatrizaram, mas com as quais devemos aprender a conviver, integrando-as e aceitando-as, mas evitando que se tornem buracos negros.

Deixe que sejam vazios pelos quais emerge um vento suave e perfumado que relembramos de vez em quando, mas só durante alguns segundos. Depois, avance no aqui e no agora, onde, sem dúvidas, está a sua verdadeira felicidade.

Por: Juliana Martinez
(fonte:http://amenteemaravilhosa.com)
Amor,Luz e Paz


 



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