segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Julgamentos


Mesmo que você tenha ouvido com frequência “não julgue”, o julgamento é inevitável no dia a dia. Você aprova ou desaprova as ações e comportamentos de outras pessoas. Mas lembre-se sempre de que tudo muda, e então não se prenda ao seu julgamento, senão seu julgamento se torna sólido como uma rocha, trazendo infelicidade para você e para os outros.

Se os julgamentos são leves como o ar, como uma brisa, eles trazem uma fragrância, e depois vão embora. Eles também podem trazer um odor desagradável, mas também vão embora. Os julgamentos não devem permanecer para sempre. Os julgamentos são tão sutis que você nem tem consciência de sua existência.

Rotular alguém de julgador também é um julgamento. Apenas no estado do Ser, quando você está repleto de amor e de compaixão, é que você pode estar livre de todos os julgamentos.

No entanto, o mundo não pode progredir sem julgamentos. Até que você julgue algo como sendo bom ou ruim, você não consegue realizar nenhuma ação. Se você vê maçãs podres no mercado, você se recusa a comprá-las. Você só compra as maçãs boas. Se alguém mente 10 vezes para você, na próxima vez que a pessoa fala você pensa que pode ser uma mentira. Tais julgamentos acontecem automaticamente.

Mas veja a possibilidade das pessoas e coisas mudarem a qualquer momento e não se prenda aos seus  próprios julgamentos. É claro que você precisa julgar sua companhia. Sua companhia pode elevá-lo ou puxá-lo para baixo. A companhia que o puxa para a dúvida, o desânimo, a culpa, para reclamações, raiva, depressão e desejos é má companhia.

A companhia que o eleva em direção à alegria, ao entusiasmo, ao serviço, ao amor, à confiança e ao conhecimento é boa companhia. Quando alguém reclama, você primeiro escuta, depois acena com a cabeça, concordando, depois simpatiza e depois você também reclama. Apenas lembre-se, não deixe que seus julgamentos se tornem permanentes.

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