sábado, 29 de junho de 2013

A dor física e seus componentes emocionais

Antes,quem sentia dor sofria sozinho. 
Hoje as pessoas que padecem desse mal contam com uma infinidade de recursos,como medicamentos analgésicos,aparatos clínicos e diferentes especialidades médicas,para minimizar a dor. 
No entanto,não se pode dizer que agora é o melhor momento para sentir dor,pois a dor é sempre um sofrimento,não importa a ocasião.

Estima-se que,atualmente, milhões de pessoas sofram de dores crônicas. 

Esse tipo de dor não possui uma causa orgânica óbvia;trata-se de uma manifestação complexa,com diversos “gatilhos”que a acionam. 
É diferente das dores agudas,que são mecanismos de proteção do corpo e desaparecem em pouco tempo juntamente com o seu desencadeador. 
A crônica,por outro lado,persiste durante meses e anos e é considerada uma doença. 
Alguns exemplos de dores crônicas são as enxaquecas,dores nas costas,fibromialgia e outras. 
Como qualquer doença,precisa ser tratada individualmente e por médicos especializados. 
Existem também os benefícios das técnicas não convencionais,tais como a acupuntura,que tem sido bastante eficaz na redução desses sintomas.

Os procedimentos clínicos e medicamentosos são conhecidos,porém,a investigação das causas emocionais são pouco difundidas,tampouco acessadas pelas pessoas acometidas pela dor. 

A metafísica da saúde se dedica a estudar o assunto e a apontar as condições internas que colaboram com a manifestação das dores agudas e crônicas,bem como as atitudes saudáveis que as minimizam.

Segundo a Metafísica da Saúde,as pessoas que sofrem de dores crônicas são enfáticas,geralmente atuam na vida com intensidade e possuem grande capacidade realizadora. 

Ao mobilizarem o seu potencial,elas promovem mudanças significativas no meio em que vivem,além de serem capazes de empreender projetos de melhoria pessoal e profissional. 
Enquanto os potenciais de atuação no mundo não são viabilizados para o meio em que vivem,essa força se converte em profundos abalos emocionais que afetam a saúde.

Em vez de executar ações,as pessoas reprimem o seu poder e começam a se ferir. 

Ficam indignadas com os obstáculos,frustram-se com os insucessos profissionais ou decepcionam-se nas relações pessoais. 
Para não desestabilizar ainda mais o ambiente ou ferir suscetibilidades alheias,optam por se conter, transformando o potencial realizador em fonte de abalos emocionais que,metafisicamente,ocasionam as dores.

Para mudar esse padrão,é necessário rever os valores que levaram a pessoa a se colocar a favor dos outros e contra si,adquirir a consciência de que as mudanças externas melhoram as condições de vida. 

No começo elas abalam,mas depois surgem os benefícios. 
Sobretudo,é preciso respeitar a sua natureza,compreender que a sua intensidade não permite postergar as ações inevitáveis.

A leitura do significado metafísico da dor aguda é feita juntamente com a doença que a provocou. 

A pessoa contribui para minimizar a sua própria dor quando aceita as limitações impostas pela doença, respeitando-se e cuidando-se em vez de se auto cobrar eficiência nos momentos em que se encontra adoecida. 
A convalescença sem estresse favorece a recuperação.

Caso esteja impedido de agir,elabore suas frustrações para evitar lamentações. 

Aceite os limites sem revolta. 
Não queira mudar o mundo ou transformar as pessoas;faça a sua parte,delegue aos outros ou deixe tudo a cargo do tempo,e as soluções virão independentemente da sua atuação. 
Não se impregne com as confusões exteriores,deixe-as do lado de fora do seu ser;não polua seus sentimentos com os absurdos exteriores. 
Lembre-se: 
a sua saúde é mais valiosa do que todo o resto à sua volta.
(fonte:Universo Terapêutico:
www.facebook.com/manoeljoao)

Bençãos Plenas

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