Estabelecer limites,se descondicionar,se permitir mudar de narrativa,de direção,e respirar também.
Mas para isso,temos que escolher:ir ou
ficar?
Mas antes de escolher,precisamos nos entender dentro
desse contexto todo.
Ou desses conflitos se preferirem. .
Perceber quão
desconfortáveis ou aconchegantes se pode ser e estar.
Se existem trocas e
parcerias ou não.
Saber receber para também saber se doar sem sentir
dor ou não.
Estar tão confortável na própria pele que o outro jamais
seja uma invasão,mas buscar,perceber e sentir,se existe uma
possibilidade de ajuste ou a necessidade de dizer um doloroso ou
convicto “não”.
Preservar a sua individualidade para respeitar a
individualidade alheia.
Desvencilhar-se da necessidade de controlar ou
ser controlado para que se estabeleça uma intimidade. Descobrir se a
relação é feita de reciprocidade ou não.
Demarcar certos espaços para
que duas pessoas inteiras se entrelacem.
Trabalhar arduamente para que
haja independência,mas que também se trabalhe,para que se preze pela
disponibilidade afetiva.
E não se acomodar na dependência da carência
afetiva,quando tudo o que se quer,é simplesmente viver uma história
bonita.
É complicada essa coisa toda de decidir se vai ou se fica.
Mas
vale a pena,pois nos tornamos mais vivos,mais livres,e mais humanos!
(Por Manoel João Nascimento Filho):
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Luz Em Seu Caminhar