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sábado, 28 de dezembro de 2019

Hoje eu perguntei ao meu corpo...


Hoje eu perguntei ao meu corpo o que ele precisava,

O que é uma grande coisa....

Considerando a minha jornada de,

Verdadeiramente, não pedir muito.


Eu pensei que ele podia estar precisando de mais água.

Ou proteína.

Ou verduras.

Ou yoga.

Ou suplementos.

Ou movimento.


Mas enquanto eu estava no chuveiro

Refletindo sobre suas estrias,

Sua redondeza onde eu gostaria de ser plana,

Sua moleza onde eu gostaria de ver firmeza,

Todos aqueles desejos condicionados

Que formam um pacote de

“Nunca-plenamente-bom”


E ele sussurrou bem gentilmente:
“Você pode me amar assim mesmo como sou?”


Por Hollie Holden

Amor, Luz e Paz

segunda-feira, 29 de abril de 2019

A Psicanálise


Psicanálise é um campo clínico e de investigação teórica da psique humana, desenvolvido por Sigmund Freud, médico que se formou em 1881, trabalhou no Hospital Geral de Viena e teve contato com o neurologista francês Jean Martin Charcot, que lhe mostrou o uso da hipnose.

Sigmund Freud, o Pai da Psicanálise, médico neurologista austríaco, propôs este método para a compreensão e análise do homem, compreendido enquanto sujeito do inconsciente, abrangendo três áreas:

um método de investigação do psiquismo 
e seu funcionamento;

um sistema teórico sobre a vivência 
e o comportamento humano;

um método de tratamento caracterizado 
pela aplicação da técnica da Associação Livre.

Essencialmente é uma teoria da personalidade e um procedimento de Psicoterapia; a Psicanálise influenciou muitas outras correntes de pensamento e disciplinas das ciências humanas, gerando uma base teórica para uma forma de compreensão da ética, da moralidade e da cultura humana.

Psicanálise refere-se à forma de Psicoterapia baseada nas teorias oriundas do trabalho de Sigmund Freud; Psicanálise é, assim, um termo mais específico, sendo uma entre muitas outras formas de Psicoterapia.

Por que a Psicanálise?

A Psicanálise se difere de algumas Terapias que tem como objetivo “eliminar o mal pela raiz”, como se diz em linguagem popular. Acredita-se que há muitos sofrimentos que não cessam simplesmente com uma amputação do mal, como se o mal tivesse uma causa apenas externa, como se fosse diretamente provocado por alguém ou algo que nos faz mal.

Tratar apenas das manifestações sintomáticas, seria como tentar resolver o vazamento de uma represa colocando o dedo no furo de onde escapa a água. Um dia, isso vai dar as caras novamente, em um outro lugar ou a partir de uma outra situação apresentada em nossas vidas. Ao contrário de uma eliminação, de uma solução instantânea, a Psicanálise convida seus clientes a se confrontarem com a sua própria dor.

Acredita-se, assim como Freud acreditava, que todos temos responsabilidade frente ao rumo que tomamos em nossa vida. Ao contrário de vítimas dos acontecimentos, de receptores passivos de um certo saber – seja médico, psicológico ou o que for -, os sujeitos são convocados pela Clínica Psicanalítica a serem partes integrantes do próprio tratamento.


sábado, 30 de março de 2019

A sombra - Jung


A sombra é um dos conceitos mais importantes desenvolvidos por Carl Gustav Jung dentro da Psicanálise ou Psicanálise Junguiana, uma das especialidades do conhecimento psicológico que aprofunda a Psicanálise, criada por Sigmund Freud.

Este aspecto do ego humano é fundamental na conquista do aprimoramento da personalidade integral do Homem, ou seja, de sua individuação. Isto não ocorre sem a inclusão da sombra no mar de sua consciência, o ser não cresce, não completa este trabalho, o desenvolvimento do ‘eu’. Segundo Jung, a natureza sombria foi legada à Humanidade pelos estágios mais primitivos da existência, ao longo da jornada evolutiva empreendida pelo ser humano.

Como o indivíduo oculta nos recônditos de sua psique tudo que é rejeitado pelos padrões sociais e por si mesmo, aquilo que é definido como contrário à moral, do domínio da força bruta, ou seja, o monstro escondido dentro de cada um, o inconsciente é povoado com estas criações mentais ali reprimidas, e sem a limpeza constante deste conteúdo mental, é impossível o Homem ser livre, pois o fato de não pertencer à esfera da consciência não significa que a sombra deixe de influenciar as atitudes humanas.

O ser humano só tem acesso a sua natureza sombria quando tem a intrepidez necessária para mergulhar em si mesmo e empreender a imprescindível jornada de autoconhecimento, processo que pode ser facilitado pela Psicoterapia, mas que assim mesmo cabe a cada um realizar.

Geralmente, porém, as pessoas têm medo de olhar para si mesmas, de se verem como realmente são, e assim transmutar o que pertence ao campo das sombras. Normalmente o Homem prefere projetar no outro aquilo que ele rejeita em si mesmo, daí a importância de analisar com lucidez os aspectos da própria personalidade que são comumente transferidos para outras pessoas e situações.

O ângulo escuro do ser, as trevas que ainda residem na alma, o que cada ser tenta esconder de si mesmo, carece, segundo a Psicoterapia e a Psicanálise Profunda, ser conhecido, iluminado, para que se possa vencer e transcender estes conteúdos. Esta árdua tarefa deve ser realizada no âmago do Homem, que para isso precisa despertar no seu íntimo suas forças mais maléficas – pois a sombra também se revela, muitas vezes, sob terríveis aparências -, exilando-as de sua alma ao enfrentá-las com a luz da consciência.

O ser humano sempre temeu sua própria sombra, pois nela pressente a presença de tudo que, na verdade, desejaria esquecer ou fingir que nunca existiu. Mas sem a conscientização da natureza sombria não há processo de individuação que se sustente. É importante também perceber que este movimento de transformação é constante, pois uma vez que admite a existência da natureza sombria em seu interior, o Homem terá que lutar incessantemente contra ela, pois enquanto ele tiver o livre arbítrio, que pressupõe a escolha, algo será sempre relegado à margem, ou seja, ao âmbito da sombra.

Neste sentido, o indivíduo terá invariavelmente a companhia da sombra em sua viagem evolutiva rumo à individuação. E terá que derrotar sem cessar seus medos e tudo mais que o impeça de trazer à esfera da consciência o que está na periferia da psique, partindo constantemente da percepção de sua natureza sombria. Os sonhos podem contribuir muito para isso, muitas vezes constituindo o primeiro passo no processo de admissão da presença deste atributo negativo do ego, que pode igualmente se revelar positivo ao conferir intensidade à criatividade, à inspiração e a todas as emoções que envolvem o processo da criação.

Abraços Fraternais

segunda-feira, 11 de março de 2019

Teoria da Personalidade


Conhecido como o “Pai da Psicanálise”, Sigmund Freud é um dos autores mais amados e odiados do século XIX e XX. A sua obra continua a ser alvo de debates controversos, ao mesmo tempo que serve de grande influência para a Psicoterapia contemporânea.

Freud também é conhecido por ser autor de profundas reflexões sobre a condição humana.


Teorias de Freud 
sobre a personalidade: 
Estrutura Básica

Na teoria Freudiana, a mente humana está estruturada em duas partes principais: a mente consciente e inconsciente


mente consciente inclui todas as coisas que estão conscientes ou podem facilmente levar à consciência. 

mente inconsciente, por outro lado, inclui todas as coisas de fora da nossa consciência – todos os desejos, esperanças e memórias que se encontram fora da consciência, ainda continuam a influenciar o comportamento. 

Freud comparou a mente para um iceberg. A ponta do iceberg que é realmente visível acima da água, representa apenas uma pequena porção da mente, enquanto a enorme extensão de gelo escondido debaixo da água, representa o inconsciente, muito maior.


Teoria freudiana da personalidade: 
Id, Ego e Superego

Além desses dois componentes principais da mente, a teoria Freudiana também divide a personalidade do ser humano em três componentes principais: o id, ego e superego. 

O ID na teoria de Freud, é a parte mais primitiva de personalidade que é a fonte de todos os nossos impulsos mais básicos. Esta parte da personalidade é totalmente inconsciente e serve como fonte de toda a energia libidinal. 

O ego na teoria de Freud, é o componente da personalidade que é acusado de lidar com a realidade e ajuda a garantir que as exigências do id são satisfeitas de maneira que sejam realistas, seguras e socialmente aceitáveis. 

O superego na teoria Freudiana, é a parte da personalidade que mantém todas as normas morais internalizadas e padrões que adquirimos de nossos pais, família e sociedade em geral.


Fraternos Abraços

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Pensamentos do dia


Quando há Determinação, 
os obstáculos tornam-se 
apenas veículos, 
para que eu alcance 
o meu objetivo mais rapidamente.

Se pretende tornar a sua vida 
cheia de luz e espiritualidade, 
dedique o seu tempo a encontrar 
métodos para transformar 
o negativo em positivo.


Entenda a Importância do Tempo 
e use o dia de Hoje, 
como se fosse o mais 
importante da sua vida.

Uma mente apressada que reage 
sensivelmente a pequenas coisas, 
indica que os pensamentos perderam 
a sua força espiritual. 
A Meditação restabelece essa força.

A vida é um Jogo de Lembranças 
e esquecimentos. 
Aprenda colocar um ponto final 
naquilo que é necessário esquecer 
e lembre-se-se das experiências positivas 
que lhe Dão força para continuar.

Brahma Kumaris - Lisboa - Portugal

Namastê


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Uma mente confusa não pode encontrar a clareza



Uma mente confusa buscando clareza irá apenas se confundir mais, pois uma mente confusa não pode encontrar clareza. 

Ela está confusa; o que pode fazer?

Qualquer busca de sua parte só levará a mais confusão.

Penso que não percebemos isso.

Quando se está confuso, deve-se parar, parar de ir atrás de qualquer atividade.


E o próprio parar é o início do novo, o que é a ação mais positiva, positiva num sentido completamente diferente.
Tudo isto implica que deve haver o autoconhecimento mais profundo: conhecer toda a estrutura do pensar-sentir da pessoa, os motivos, os medos, as ansiedades, a culpa, o desespero.

Para conhecer a totalidade do conteúdo da mente, a pessoa tem que estar consciente, consciente no sentido de observar, não com resistência ou condenação, não com aprovação ou desaprovação, não com prazer ou desprazer, apenas observar.

Essa observação é a negação da estrutura psicológica da sociedade que diz:

“Você deve, você não deve”

Portanto, o Autoconhecimento é o início da sabedoria e, também, o autoconhecimento é o início e o fim do sofrimento.

O autoconhecimento não é comprado em um livro, ou indo-se ao psicólogo e sendo examinado analiticamente.


Autoconhecimento é, de fato, a compreensão do que se é:
as dores, as ansiedades,vê-las sem qualquer distorção.
A partir desta conscientização vem a clareza.

Krishnamurti

Namastê / Namaskar
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Em que posso ajudar?

Grata pelo seu contato. Responderei em breve.